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15 de abril de 2012

Você está sem objetivo na vida?

Estava lendo uma newsletter semanal que se chama: "Napoleon Hill Yesterday and Today" (em tradução livre: Napoleon Hill Ontem e Hoje). Nessas newsletters sempre tem uma seção que se chama The Law of Success, que trata basicamente sobre os pensamentos deixados por Napoelon Hill durante sua jornada terrestre.

Muitas pessoas vem me perguntando sobre como realizar seus objetivos. Penso que moldar o próprio comportamento e pensamentos, entender como funciona a natureza e respeitar suas leis já é um bom começo.

Recomendo, mais uma vez, que estudem as obras desse grande homem para que possam entender e aplicar, se assim quiserem, o que ele propõe (dica: caso queiram comprar lembrem-se de pesquisar preços; dentre as lojas virtuais das livrarias eles costumam variar):

Leiam abaixo a tradução da newsletter 273 (elas são em inglês, tive que traduzir).

Caso queiram, podem se inscrever para receber as newsletters semanais. Basta se inscrever no link. Clique aqui.

Bom proveito!



Você está sem objetivo na vida?
por Napoleon Hill e W. Clement Stone

Pense nisso! Pense nas pessoas que saíram sem rumo pela vida, insatisfeitas, lutando contra muitas coisas, mas sem um objetivo claro. Você pode afirmar, nesse momento, o que você quer da vida? Determinar seus objetivos pode não ser uma tarefa fácil. Ela pode envolver até mesmo alguns dolorosos autoexames. Mas vai valer a pena qualquer esforço que custar, porque assim você poderá nomear seu objetivo, e daí pode esperar para desfrutar de muitas vantagens. E essas vantagens vêm quase que automaticamente. 

1. A primeira grande vantagem é que sua mente subconsciente começa a trabalhar sob uma lei universal: "O que a mente pode conceber e acreditar, a mente pode alcançar." Ao visualizar o seu destino pretendido, a sua mente subconsciente é afetada por esta autossugestão. Ela trabalhará para te ajudar a chegar lá. 

2. Por você saber o que quer, há uma tendência para que você possa tentar chegar ao caminho certo seguindo na direção certa. Você entra em ação. 

3. O trabalho se torna divertido. Você está motivado a pagar o preço necessário. Você administra seu tempo e seu dinheiro. Você estuda, pensa e planeja. Quanto mais você pensa sobre seus objetivos, mais entusiasmado você se torna. E com entusiasmo o seu desejo se transforma em um desejo ardente. 

4. Você fica alerta para as oportunidades que ajudarão você atingir seus objetivos como eles se apresentam em suas experiências cotidianas. Por você saber o que quer, está mais propenso, portanto, a reconhecer essas oportunidades.

8 de novembro de 2011

Afiando os machados... de novo!


Estou estudando, nas últimas semanas, uma filosofia que tenho certeza de que hoje faz parte de mim e de muitas pessoas espalhadas pelo mundo: a filosofia do triunfo e do sucesso descrita e detalhada por Napoleon Hill durante mais de vinte anos de sua vida.

Há algum tempo atrás, quando trabalhava como representante comercial, aprendi, através de uma história, que devo parar para “afiar os machados” de tempos em tempos. Reproduzo essa história logo abaixo e depois retomo o raciocínio.


“Conta-se a história de um jovem lenhador, forte, ambicioso, ansioso para mostrar sua grande habilidade em derrubar árvores.  Certo dia desafiou o campeão da firma, um senhor bem mais velho, a um concurso para ver quem derrubava mais árvores em um dia de trabalho.

O jovem cortador começou atacando árvore após árvore com uma fúria jamais vista entre lenhadores.  O velho cortador também se aplicava à sua tarefa com toda a perícia que os anos de experiência haviam lhe concedido.  Mas o jovem deu risada quando lhe contaram que o velho lenhador parava para descansar de tempo em tempos debaixo de uma árvore na floresta.  “É vitória certa para mim” pensou o jovem lenhador.

Qual foi a surpresa quando, no final do dia, o jovem ofegante encontrou o velho lenhador tranqüilo, e com 2 vezes mais árvores cortadas que ele. Foi então que descobriu que em cada período de “descanso”, o velho e experiente lenhador estava afiando machado.

Moral da história: de tempos em tempos temos que parar e afiar nossos machados, rever como melhorar nossa vida, ver o que podemos fazer melhor e diferente das tentativas anteriores.”


Essa história basicamente mostra o que tenho feito nas últimas semanas e dias: revendo missão pessoal, o que eu desejo pra minha vida, como vou conseguir tais coisas de forma que eu me sinta mais feliz, próspero e realizado, dentre outros inúmeros aspectos.

E não posso deixar de ressaltar que, felizmente, minha missão pessoal não mudou, apenas ficou mais bem definida, muito mais clara. Vou relatar o processo que ocorreu comigo.

Comecei a me questionar sobre o que eu mais desejava na vida. Inicialmente, veio a ideia de que eu desejava ser rico. Mas o que é ser rico? Pra mim, além de ter dinheiro em abundância de modo que não seja necessário se preocupar mais com ele (ou seja, atingir a independência financeira), ser rico é ter experiências pessoais variadas tais como conhecer terras distantes e diferentes, realizar os sonhos, conhecer pessoas novas, enfim: viver e experimentar mais. Depois disso surgiu outro desejo: o de ser mais próspero. E, em seguida, uma nova pergunta: o que é prosperidade? A resposta: prosperidade é gozar de um estado de espírito de bem-estar e riqueza; é sentir-se feliz, bem-sucedido e tranquilo. Bom... diante dessa resposta comecei a desenhar o que eu preciso fazer para ser mais rico e próspero. Daí surge um raciocínio interessante: se prosperidade é a realização de experiências e essas traduzem em um estilo de vida de riqueza, bem-estar e abundância, então trabalhando naquilo que amo poderei realizar mais e ser mais feliz. E qual o meu trabalho, minha contribuição, minha missão? Sou educador financeiro e consultor em finanças pessoais e amo meu trabalho. Minha missão é EDUCAR PARA MUDAR VIDAS. Educar (do latim “educo”, desenvolver de dentro) em salas de aula, em empresas, em associações de classe, dentro dos lares: ‘simplesmente’ educar financeiramente as pessoas.

Outra pergunta que veio em minha mente foi: o que é sucesso para você? Vamos à resposta que me ocorreu: “sucesso não pode ser mensurado e sim sentido; é um estado de espírito, irmão da prosperidade”. Depois disso, escrevi algumas definições para alguns diferentes tipos de sucesso:
  • Sucesso profissional: pode ser definido através da contribuição realizada pelo trabalho na vida das pessoas; 
  • Sucesso financeiro: é quanto de resultado, de dinheiro que é gerado a partir do nível de contribuição realizada para as pessoas (tanto em quantidade como em qualidade); 
  • Sucesso social: é o quanto e o como você faz com que as pessoas de seu convívio sintam-se bem; 
  • Sucesso pessoal: trata-se daquilo que você alcança para si, seus objetivos pessoais, sonhos, metas, etc.

Por fim, ficou claro (de novo) uma coisa interessante que chega á conclusão desse post: no final das contas, as pessoas desejam ter sucesso pessoal traduzido em felicidade, prosperidade, tranquilidade e realização de sonhos e experiências. E ele é construído, além do sucesso social e outras coisas mais, pelo sucesso financeiro que tem como base o sucesso profissional através da contribuição realizada pelo trabalho na vida das pessoas.

Fica a reflexão: você tem contribuído com o seu melhor para a vida dos outros?

23 de agosto de 2011

Segure o boi pelo chifre!

Que mercado volátil, não?! O mercado de ações nas últimas semanas está muito, muito emocional. É natural: investidores até aceitam tomar risco, mas o que não aceitam é perder. Perder? Sim, todos somos avessos às perdas. Porém, com o mercado ainda do jeito que tá, dá para se fazer excelentes compras e, talvez, esse seja um grande momento de se fazer o "pé-de-meia". Por quê? Porque a economia brasileira, mesmo diante da interligação global, da alta inflação que estamos sentindo, queda no valor das exportações diante da valorização do Real e, consequentemente, menor lucro das empresas exportadoras (especialmente) de commodities, somos fortes e temos excelentes empresas. Empresas que estão lucrando absurdos, batendo recordes históricos de lucros (leia-se, pelo menos, ItauUnibanco e Petrobrás), mesmo diante do tsunami que atinge (de novo) as economias européias e estadunidense. Porém, após se conscientizar de que o Brasil está bem, pronto, preparado para o que vier, como decidir o que comprar na bolsa? Existem mais de 300 ações à disposição dos investidores... E aí?

Eu, particularmente, tenho adotado um método empiricamente testado, existente há mais de 40 anos nos Estados Unidos e adaptado à realidade brasileira pelo Instituto Nacional dos Investidores - INI.

Esse método proporciona ao investidor a aplicação de técnicas que permitem avaliar ações e as carteiras de ações de um modo bem simples e eficiente. Recomendo imensamente que leiam e estudem minuciosamente o Manual Técnico do INI (clique aqui para baixar), pois é impossível passar a gama de detalhes e nuances que estão contidos nele.

É claro que estou falando de investimento para o longo prazo, com a proposta de que, se o investidor fizer um bom trabalho, pode ser possível dobrar o seu capital em 5 anos (isso não é tão longo prazo assim, é!?).

Porém, devemos seguir cinco princípios importantíssimos para que o investidor possa se beneficiar do método de análise de ações. São eles (extraído do Manual Técnico do INI):

Princípio 1
Investir com regularidade, independentemente das perspectivas de mercado.

Quado você começa a investir, geralmente você fica inseguro quanto ao momento certo para entrar ou sair de uma empresa. O tempo e a experiência ajudarão a afastar e mitigar esses receios. As evidências (e os números!) mostram que o mercado acionário, no longo prazo, tem sido a aplicação de melhor retorno. Sendo criterioso e racional em seus investimentos, você aumentará consideravelmente suas chances de ganho.

Princípio 2
Reinvestir todos os lucros.

Reaplique no mercado todos os lucros de seus investimentos. Isto permitirá a você maximizar seus ganhos através da capitalização composta, ganhando mais do que mantivesse apenas o capital original empregado. É o "juros-sobre-juros" trabalhando a seu favor, não contra você!

Princípio 3
Investir em empresas com passado e potencial para crescimento.

Adquira ações de empresas cujas vendas e lucros estejam evoluindo em velocidade maior que o Produto Interno Bruto (PIB) e cujos históricos sugiram que elas estarão mais valorizadas nos cinco anos seguintes.

Princípio 4
Diversificar para reduzir o risco.

Algumas de suas escolhas serão muito bem sucedidas e outras terão resultados decepcionantes. Como é impossível prever ofuturo com exatidão, não se deve esperar que todos os resultados sejam satisfatórios. Através de diversificação, você precisará apenas de um crescimento médio que alcance sua meta; um eventual erro não provocará um grande desequilíbrio.

Princípio 5
Procure investir em empresas que desenvolvem bons princípio de Governança Corporativa (blog de minha professora de Governança Corporativa, Adriana Solé).

Dessa forma você estará lidando com empresas socialmente responsáveis, empresas que respeitam  o meio ambiente, a legislação e, principalmente, os direitos e a relação com os acionistas minoritários.


Gostou? Então, para quem ainda não sabe o que fazer, é hora de estudar, aprender um pouco mais em vez de ficar com medo do mercado em queda.

Como sou estudante de mandarim posso falar :-) : a ideia de crise é formada por dois ideogramas: perigo e oportunidade.


Em qual deles você quer se agarrar?