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8 de janeiro de 2012

Planejamento financeiro para atingir o bem-estar


Uma pessoa com problemas financeiros tende a ter problemas em várias outras áreas da vida, inclusive a profissional. É aquele dinheiro que faltou para pagar uma conta ou aquele passeio vai ter que ficar para o próximo fim de semana. No meio do mês o salário já se foi quase inteiro e ainda tem a fatura do cartão de crédito para pagar (de onde tirar mais dinheiro?). Além disso, tem o financiamento do carro ou da moto que tem que pagar, mas não se sabe mais como... e por aí vai! Pessoas que passam por situações como essas tendem a ficar estressadas, preocupadas, desmotivadas e infelizes (além de desatentas), pois existe uma relação direta entre dinheiro e qualidade de vida: o bem-estar financeiro.

Para que as pessoas se sintam seguras e também felizes devem se planejar financeiramente. Um planejamento norteia e determina o que se faz com o dinheiro. Nos mostra um cenário que se não existir o planejamento pode passar despercebido. Mas qualidade de vida depende do dinheiro? Em parte sim. Ter as finanças sob controle (e não ao contrário) possibilita certa tranquilidade e isso nos proporciona, dentre outras coisas, equilíbrio emocional.

Os apelos de marketing nos estimulam a consumir. E, infelizmente, acabamos cedendo às pressões tanto desses apelos quanto dos nossos meios sociais (família, amigos, status) que acabamos, quase que por inércia, nos endividando. O relacionamento que temos com o dinheiro, o real significado que damos a ele e as coisas que podemos comprar, fazem toda a diferença na vida financeira.

Além disso, as campanhas publicitárias procuram despertar nas pessoas uma insatisfação constante, especialmente a insatisfação do “não ter”. Sabemos, inclusive, que as crianças também são fortemente impactadas por tais campanhas – e as pequenas entram também nesse ciclo vicioso. Temos de compreender, e isso vem muito de uma reflexão profunda, que a nossa insatisfação com alguma coisa na vida não é compensada com a aquisição de algum bem. É um fator basicamente emocional. O trabalho que não lhe satisfaz, a falta de tempo para dedicar-se aos entes queridos e a própria insatisfação pessoal não são resolvidos com compras. Em realidade, ir às compras tomado por uma situação dessas trará um alívio temporário, alívio apenas dos sintomas. As verdadeiras causas devem ser descobertas e tratadas. Fácil? Não, não é. Mas esse é o nosso desafio. Uma das formas que pode ser usada para se conter diante de um impulso desses é olhar e contemplar por algum tempo para o objetivo que você estabeleceu para si. Se ele for realmente importante, é muito provável a consciência vai gritar e colocar ordem no impulso descontrolado do consumo. Dói na consciência sabermos que estamos nos afastando daquilo que é importante para nós mesmos. “Antes sentir a dor da disciplina do que a dor do arrependimento”.

Se o antigo dito popular “sobra mês no fim do salário” é verdade em suas finanças significa que elas não vão bem e o sinal de alerta (e até sinal vermelho) está acionado. Essa situação não é normal e não deve acontecer. Planejar e distribuir a renda de maneira que as despesas sejam menores que a receita, é indispensável. As pessoas devem ter consciência de que o planejamento financeiro é a ferramenta mais adequada para gestão da vida financeira. É a partir dele que você conseguirá caminhar em direção aos seus sonhos de acordo com suas possibilidades.

Mas, e os imprevistos que podem comprometer nosso dinheiro? Todos estamos sujeitos a eles, é verdade. Contudo, se houver planejamento, organização e disciplina, as pessoas estarão preparadas, inclusive para imprevistos, pois a prioridade número #1 deve ser a de formação de uma reserva de emergência exatamente por esse motivo.

1 de janeiro de 2012

Como foi o seu Réveillon?


Não estou aqui para falar de finanças pessoais nem de investimentos. Talvez alguma coisa sobre metas, mas não muito mais que isso.

O ano virou. 2011 agora é ontem, literalmente. Eu espero que esse momento tenha sido especial, como cada dia deve ser para você. Que tenha sido como uma pessoa me disse logo no início da noite: “quero marcar esse momento na vida das outras pessoas” (e ela conseguiu!). Para alguns o momento foi em família, para outros entre amigos... festa é sempre muito bom! Mas não se esqueça de que é importante definir que direção tomar, que rumo você tem tomado ou está tomando - essa caminhada vai te conduzir ao "lá". Aliás, mais importante que isso é o que você está fazendo ou se comprometeu a fazer para cumprir suas resoluções no ano novo (sejam elas novas ou antigas).

O meu Réveillon foi muito bacana, muito especial: me diverti à beça! Pude experimentar novas sensações que há muito tempo não sentia. Aqui em BH, na virada e durante toda noite, a chuva veio para lavar o “ano velho”. Quanta água! Mas nada que muita música boa, amigos, animação e dança não façam com que a chuva seja um adereço charmoso ao momento vivido.

Não me delongando demais, penso que, mais uma vez, eu voltei a perceber o mundo de forma mais especial e singular. Talvez seja a mágica dessa época, não sei... Tem uma pessoa especial que disse que o que importa nessa vida é o Amor - esse sentimento nós tanto procuramos na vida e que simplesmente pode ser reconhecido em tudo e em todos. E ela está certa, sempre esteve.

Feliz Vida Nova para todos nós!

11 de dezembro de 2011

E ele foi lá e comprou a moto!

Há algumas semanas atrás, postei aqui que um amigo estava pensando em comprar uma moto financiada. Bem, essa semana ele efetuou a compra. Sim, financiada: mas uma compra muito mais bem feita e muito mais consciente. Só para recordar a situação inicial:

Valor do veículo: R$ 7.000,00
Entrada: R$ 2.000,00
Financiamento: R$ 5.000 em 36 parcelas de R$ 232,45 à taxa de 3,10% ao mês.
Valor dos juros: R$ 3.368,16 - 48,12% a mais do valor da moto.

Apesar de que financiamentos não são bons para o bolso, eu fiquei contente com a aquisição que ele efetuou. Primeiro: foi uma compra pensada, construída aos poucos, sem o ímpeto inicial que o emocional traz. Segundo: ele pagará menos juros, pois a entrada foi um pouco maior (R$ 2.500,00) e o prazo reduzido, possibilitando menor taxa de juros.

Veja a tabela abaixo:



Serve de recomendação que, sempre que possível e desde que não comprometa o orçamento mensal, deve-se quitar mais rapidamente o veículo, amortizando as últimas parcelas. Porém, observe que ao fazer isso, os juros DEVEM ser retirados da parcela. No caso acima, se ele for antecipar uma parcela, ele pagará, por exemplo, R$ 248,49 e não R$ 255,00 (considerando a antecipação da última parcela).

Ao meu amigo, bom proveito, sucesso e prudência! Que a Providência sempre o proteja no trânsito.

Até mais!


Veja também: